sexta-feira, 9 de março de 2012

Flagras nas redes sociais têm papel cada vez maior em divórcios Descuidos viram provas e segundo advogados americanos, já correspondem a cerca de 20%

Embora não se consiga medir com exatidão a relação entre essas ferramentas e o fim das relações, a Associação de Advogados Matrimoniais dos EUA estima que as publicações no Facebook já correspondam a 20% das provas apresentadas por cônjuges do país na hora da separação.

Fundado em 2004, o Facebook conta hoje com mais de 1 bilhão de usuários - muitos deles mantendo olhares suspeitos sobre as atividades de seus parceiros, ou com olhos atravessados para "amigos" que podem virar "amantes".

O site Facebookcheating.com reúne dezenas de histórias contadas por internautas sobre traições realizadas por meio da rede social.

Um dos usuários, identificado como ZDBZ, conta que encontrou a mulher adormecida em frente ao computador. "Ia desligar o laptop quando vi várias janelas minimizadas. Abri e estava lá. Ela havia feito sexo online com um ex-namorado", diz o marido, cujo casamento já tinha 19 anos.

O diretor do site, Craig Gross, disse à BBC Mundo que a maioria dos e-mails que o site recebe relatam casos em que internautas põem em risco seus relacionamentos ao reencontrar ex-namorados ou paqueras da adolescência.

Ele diz acreditar que a rede não é a causadora direta da onda de divórcios, apenas facilitando a infidelidade de casais que já apresentavam problemas.

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