domingo, 25 de novembro de 2012

Caros alunos,
foi uma experiência muito rica a troca de informações em nosso Blog!
Parabéns a todos que se esforçaram na busca de notícias que pudessem enriquecer as aulas de Arte.
O Blog continuará como fonte de pesquisas.
Um grande abraço a todos!

Vanessa Sales Rafael
Professora de Arte/ Especialista em Ensino de Artes Visuais

sábado, 24 de novembro de 2012

Artista de Santos promove cultura brasileira pintando paredes na Índia


Projeto ‘Brinda’ visa integrar as culturas do oriente e ocidente.
Designer Sergio Cordeiro ilustrou murais com temas diversos.

Artista brasileiro promove cultura pintando muros na índia (Foto: Divulgação)Artista brasileiro promove cultura pintando muros na Índia (Foto: Divulgação)
Misturar as culturas do Brasil e da Índia em forma de figuras e cores, este é o objetivo do projeto Brasil and India in Art, Brinda. Desenvolvido pelo designer gráfico de Santos, no litoral de São Paulo, Sergio Cordeiro, em parceria com o artista indiano Harsh Paul, o projeto mobilizou a comunidade de Nova Déli, capital da Índia.

Depois de um ano trabalhando em uma agência de design na capital indiana, Sergio Cordeiro passou a realizar a arte de rua gradativamente. "Não fazia muito esse tipo de trabalho no Brasil, mas na Índia foi algo que começou naturalmente. Nos momentos que eu tinha livre, estava pintando a varanda da minha casa, algumas paredes na rua, a minha agência e, quando me dei conta estava fazendo freelance com isso também, pintando lojas e paredes diversas", conta o artista.

Projeto vai virar um documentário (Foto: Divulgação)Projeto vai virar documentário (Foto: Divulgação)
Para Sergio, a arte de rua não é tão forte em Nova Déli como em São Paulo e, isso o estimulou a criar o projeto Brinda. A ideia foi exposta à embaixada do Brasil em Nova Déli, que patrocinou o projeto. "O Brinda é um projeto de arte urbana em que eu e um artista indiano misturamos nossos estilos, traços, cores e diferentes visões sobre nossas culturas, em três paredes, espalhadas pela capital da Índia", explica Cordeiro.

Segundo o designer, o objetivo é expandir as relações entre Brasil e Índia além do ciclo diplomático. "O projeto busca propor uma reflexão sobre ambas as culturas e ser um grande incentivo à arte urbana na Índia. Procuramos ampliar as possibilidades das relações bilaterais entre Brasil e Índia para além do ciclo diplomático e empresarial, algo que envolva a sociedade civil dos dois países e promovam o reconhecimento mútuo cultural e artístico, suas semelhanças e diferenças", diz Cordeiro.

Três paredes em diferentes bairros foram escolhidas para serem ilustradas, cada uma levou um tema diverso. "A primeira parede - em frente ao monumento Agrasen Ki Baoli - foi sobre superstição e espiritualidade. A segunda, em Hauz Khas Village, foi uma reflexão sobre vida e morte, e a localização era em um bairro em que viviam cerca de 40 crianças carentes, então enquanto estávamos pintando a parede, também demos materiais para as crianças pintarem, buscando entretê-las e até despertar alguma vontade artística nelas. Já a terceira parede abrange os temas de festividade, dança e música, e foi realizada no muro de uma vila de moradores localizada em uma grande avenida (Aurobindo Marg), o que chamou muita atenção de todos, principalmente policiais, já que a arte urbana não é comum aqui", afirma o artista.

O artista convidou duas amigas para realizarem um documentário sobre o projeto. "Nosso dia a dia era totalmente imerso em nosso trabalho para o Brinda. Criar os temas da parede, desenhar, estudar, escrever textos para o blog, tirar fotos, produzir pequenos vídeos, realizar entrevistas e diárias de filmagem, e claro, procurar as paredes e pintá-las. Foi uma experiência completamente nova. Tivemos de desenvolver uma grande flexibilidade, e dançar de acordo com a cultura indiana, a qual deixaremos com muita saudade", afirma.

O documentário tem previsão de lançamento em março de 2013 e será também produzido um livro-diário com fotos, textos e desenhos que foram feitos durante a experiência do artista na Índia.

Três murais com temas diferentes foram elaborados por Sergio Cordeiro (Foto: Divulgação)Três murais com temas diferentes foram elaborados por Sergio Cordeiro (Foto: Divulgação)

Arte na pedra


O patrimônio arqueológico de Mato Grosso do Sul, ainda pouco conhecido, é tema de artigo da CH de outubro. O estudo das manifestações gráficas pré-históricas da região pode ajudar a entender o modo de vida dos primeiros habitantes das terras do Centro-oeste.
Por: Rodrigo Luiz Simas de Aguiar
Publicado em 30/10/2012 | Atualizado em 30/10/2012
Arte na pedra
Painéis com pinturas policrômicas encontrados em Alcinópolis. (foto: Rodrigo L. S. Aguiar)
A diversidade ecológica de Mato Grosso do Sul é amplamente reconhecida. Em seu território, com cerca de 357 mil km2, se entrelaçam três biomas: o Pantanal, o cerrado e ocorrências de bolsões de mata atlântica. Essa multiplicidade de ambientes resulta em imensa variedade biológica. Tais atributos contribuíram para a formação de assentamentos humanos naquela região, em um passado distante, estudado hoje pela arqueologia. Essa outra face desse estado pantaneiro é ainda bem desconhecida da população brasileira.
O Centro-oeste do país passou a ser habitado por grupos de caçadores e coletores entre 12 mil e 10 mil anos atrás. Naquele tempo, o clima da região era um pouco diferente do atual. Após a última glaciação, com temperaturas mais baixas, teve início o Holoceno, período marcado pela estabilização climática.
Os primeiros grupos humanos chegaram às terras onde hoje está Mato Grosso do Sul ainda no final do Pleistoceno, o que significa que esses grupos compartilharam espaços com espécies da megafauna. Seriam esses animais de grande porte a caça dos primeiros humanos? Ainda não há resposta definitiva para essa pergunta.No Holoceno, ainda perambulavam pelo Brasil central animais de grande porte, que os cientistas chamam de megafauna. Em Mato Grosso do Sul se encontram vestígios desses animais, como ossadas de preguiças-gigantes preservadas nas cavernas da região da serra da Bodoquena. Nesse estado, entretanto, a paleontologia – estudo dos animais pré-históricos – é um mundo inteiro por investigar.
Entre 8 mil e 6 mil anos atrás começa um período de estabilização climática, até chegar às características de clima atuais. Foi a partir desse período, denominado ‘ótimo climático’, que se intensificou a ocupação humana.
Arte rupestre
Animais em grande dimensão em um painel que representa uma possível caçada, no distrito de Taboco, no município de Corguinho. (foto: Rodrigo L. S. Aguiar)
A arqueologia classifica as diferentes etapas de ocupação dentro das chamadas ‘tradições’ arqueológicas – nesse modelo teórico, os grupos são ordenados de acordocom padrões tecnológicos e áreas geográficas de ocupação. Termos como Tradição Itaparica ou Tradição Serranópolis são utilizados, em artigos científicos, para se referir a esses primeiros habitantes. O conceito de tradição vem passando por uma revisão, mas não é o objetivo desse artigo debater essa questão, e por isso será usada aqui apenas uma descrição geral dos povos que habitavam Mato Grosso do Sul na pré-história.


Expressão simbólica

Os grupos humanos de caçadores e coletores que transitavam pelos espaços de transição entre as serras e a planície pantaneira encontravam por ali variadas opções de alimentação. Rios piscosos eram explorados em paralelo com a farta caça e a coleta dos muitos frutos existentes na área. Essa abundância alimentar possibilitava uma ocupação territorial por longos períodos de tempo.
A paisagem regional é formada por áreas elevadas e planas (mesetas) e serras em torno da planície alagável do Pantanal. Os muitos córregos, riachos e nascentes que brotam e correm entre os maciços rochosos supriam as necessidades de água potável dos primeiros habitantes humanos. As migrações entre montes e platôs, na exploração e ocupação do espaço, eram registradas em diferentes locais por meio de pinturas e gravuras nas rochas. Os diferentes grupos humanos que habitaram essas terras deixaram suas ideias, em forma de arte, nas paredes dos abrigos e cavernas, em uma grande profusão de técnicas e estilos.
O primeiro passo no estudo da arte rupestre é o registro sistemático dos sítios arqueológicos dessa natureza, estabelecendo a análise e ordenamento dos elementos representados por categorias. Esse ordenamento leva em consideração variáveis como estilo, técnica de elaboração e de representação. Por fim, os elementos identificados são dispostos em tabelas de tipos com base na similaridade dos motivos. A repetição ordenada de motivos dá ao pesquisador pistas para identificar as regras quecompunham os códigos usados pelos autores.Os grafismos pintados e gravados sobre superfícies rochosas, que a arqueologia chama genericamente de ‘arte rupestre’, resultam da expressão simbólica do homem pré-histórico. A necessidade de materializar e dar feição ao abstrato, representando tudo o que se move no campo das ideias, é inerente ao ser humano. Em suma, a arte rupestre pode ser entendida como uma expressão cosmológica – uma visão de mundo – por meio da iconografia. No entanto, o desconhecimento dos códigos utilizados pelos ‘artistas’ nos impede de traçar uma interpretação precisa.
A arte rupestre do Mato Grosso do Sul ainda necessita ser inventariada. Os estudos até agora desenvolvidos são pontuais e fragmentários, em geral realizados paracomplementar outros estudos, cujo foco não era a arte rupestre. Para modificar esse quadro e ampliar o conhecimento a respeito da arte rupestre do estado, uma pesquisa vem sendo desenvolvida há mais de um ano pela Universidade Federal da Grande Dourados. Uma equipe de pesquisadores está levantando os sítios de arte rupestre que ocorrem nas áreas de transição entre as terras altas das serras e a planície pantaneira.

Inhotim celebra o centenário de John Cage

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   O Instituto Inhotim dá continuidade ao Ciclo de Música Contemporânea, celebrando um dos mais influentes artistas do século XX, John Cage. Neste concerto, que marcará 100 anos do seu nascimento e 20 anos de sua morte, serão apresentadas obras de vários períodos de sua produção musical. Os programas do Ciclo são interpretados pelos grupos Sonante 21 e Grupo de Percussão da Universidade Federal de Minas Gerais, e conduzidos e dirigidos por Fernando Rocha.
 A obra e influência  de John Cage foram muito além do campo da música e refletiram em diversos movimentos artísticos. Cage foi pioneiro na criação musical ao introduzir a percussão na música de concerto e utilizar recursos eletrônicos. Diversas inovações feitas por ele são amplamente difundidas na criação musical e artística contemporânea, como uso de ruídos e silêncio na composição, aspectos visuais na sua performance, a organização de “happenings” e eventos multimídia e o acaso no processo de criação e apresentação. Em alguns momentos sua obra também questiona o próprio conceito de obra de arte.

A apresentação do Ciclo de música contemporânea traz algumas das pecas mais importantes de Cage como Terceira Construção (1941); Credo in Us (1942); 4'33" (1952); Aria (1958) e 'But what about the noise of crumpling paper...' (1985). O Ciclo de Música Contemporânea intregra o projeto Inhotim em Cena, que tem o patrocínio da Vivo.


Artista Adriana Varejão lançará série de tintas com as cores dos brasileiros


Criadora das novas Tintas Polvo também está com exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo

Tintas da artista representam tons de pele dos brasileiros. Foto: Daryan Dornelles/ Divulgação
Tintas da artista representam tons de pele dos brasileiros. Foto: Daryan Dornelles/ Divulgação
 
Adriana Varejão conta que sempre teve dificuldade de encontrar tintas que retratassem com exatidão os tons da pele humana. Sobretudo, que espelhassem a miscigenação dos brasileiros. O jeito foi misturar vários tons de tinta, mas a dificuldade está prestes a ser resolvida. Ano que vem, ela lança a série Tintas Polvo.

Com edição limitada, o estojo traz tintas criadas pela própria artista. As cores se inspiram nas várias tonalidades de pele do brasileiro. “Baseei-me numa tabela de cores dos anos 1970, quando as pessoas se autoplastificavam. Vou fabricar o estojo em parceria com o pessoal das Tintas Tigre. Elas terão nomes sugestivos, como Morena Faceira e Branca Melada. Vou comercializá-las em forma de múltiplos”. Mas atenção: o preço será de obra de arte, avisa a pintora. Ou seja, para poucos.

Consagração

Por acaso, a pintora Adriana Varejão acrescentou um capítulo emblemático à história das artes visuais brasileiras. No início da década de 1990, quando produzia a famosa série inspirada na iconografia dos azulejos, ela sentiu necessidade de romper com a forma convencional das telas. “Sempre associei azulejaria à segunda pele dos edifícios”, lembra. Adriana decidiu cortar a camada superficial do quadro para revelar o que, em sua imaginação, poderia estar lá dentro. Aquele gesto, além de torná-la conhecida internacionalmente, abriu-lhe caminho para ser a artista brasileira viva mais valorizada do momento.

Mal comparando, Adriana continua sem o menor pudor para, simbolicamente, “meter a mão” na massa. Com isso, produz obras de impacto. Imagine entrar numa sala e se deparar com a enorme tela de azulejos verdes que parece explodir na parede, revelando vísceras hiper-realistas. A repulsa inicial a Azulejaria verde em carne viva, porém, logo cede lugar à curiosidade sobre a plasticidade e procedimentos técnicos envolvidos em sua criação – meio escultura, meio pintura.

Adriana conta que tanto a parte escultórica quanto a pictórica foram feitas por suas próprias mãos, sem o auxílio de moldes. A obra é um dos destaques da exposição Histórias às margens (Grande Sala), em cartaz no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), na capital paulista. A panorâmica reúne 42 trabalhos produzidos desde 1991 – metade deles, inédita. Estão lá autorretratos (o fio condutor do projeto) e criações que, mesmo conhecidas por meio de fotos ou livros, causam impacto quando observadas ao vivo.

A seleção foi cuidadosamente planejada. Adriana quis reunir exemplos das séries Proposta para uma catequeseAcadêmicosIrezumisLínguas e incisõesRuínas de charqueMares e azulejosSaunas,Pratos e Terra incógnita. Todas evidenciam referências caras a ela – a forte ligação com a história da arte, com as iconografias religiosa e chinesa, a paixão por azulejaria e pela cerâmica, além do gosto por imagens produzidas por viajantes europeus. Também estão lá a arte acadêmica do século 19, a geometrização dos espaços arquitetônicos, paisagens, marinhas e mapas.

Ao dialogar com aspectos tão distintos, estabelecendo leitura pessoal e contemporânea desses temas, a artista carioca conseguiu consolidar sua produção. Foi questão de tempo ganhar o mundo e vender trabalhos por cifras milionárias. Assim como a colega Beatriz Milhazes, Adriana é responsável pela valorização internacional da arte brasileira.

Quando Adriana rasgou os próprios quadros para oferecer sua visão visceral – como carne viva – da arte e da vida, ela instigou, elevando a linguagem contemporânea a patamares incomuns. Essa obra inquietante surgiu quando se discutiam a “morte da pintura” e o esgotamento do estilo. A pintora brasileira veio sepultar de vez aquele discurso vazio.

Foi em Minas – mais precisamente, numa viagem a Ouro Preto, em 1986 – que Adriana teve o primeiro contato com o barroco. “Demorei muito tempo na cidade e também fui a Mariana. Os temas presentes ao barroco e os diálogos com a iconografia chinesa me influenciaram, principalmente nos momentos iniciais”, conta ela. “Hoje, estou mais voltada para o mar”, revela, referindo-se a suas pesquisas imagéticas sobre a Baía de Guanabara.

O conjunto mais representativo da obra da artista carioca está em Minas, em pavilhão especialmente criado para ela no Instituto Inhotim, em Brumadinho. Coube a um parceiro de longa data, o arquiteto paulista Rodrigo Cerviño Lopez, projetar o edifício para abrigar obras em grandes formatos, comoCelacanto provoca maremoto (2004/2008), Linda do rosário (2004), O colecionador (2008) e Panacea phantastica (2003-2008). Trabalhos dela também estão expostos no Museu Guggenheim (Nova York), na Tate Modern (Londres) e na Fundación La Caixa (Barcelona).

Zakk Wylde e Andreas Kisser Juntos no altas horas !


Zakk Wylde e Andreas Kisser no programa Altas Horas deste sábado

11/23/2012 1:01:00 PM
O programa Altas Horas, da Rede Globo, contou com a participação de dois renomados guitarristas do cenário Metal: o brasileiro Andreas Kisser, do Sepultura, e o norte-americano Zakk Wylde, que esteve muitos anos com Ozzy Osbourne e lidera o Black Label Society.
Inicialmente, Kisser conduziu uma entrevista com Wylde, com assuntos que envolveram desde pontos da carreira até lembranças de momentos de festas que ambos compartilharam durante uma turnê do Sepultura com o Ozzy Osbourne, ocorrida há 21 anos.

Além disso, os guitarristas fizeram um jam com a canção "Red House", de Jimi Hendrix. A gravação será transmitida na próxima edição do Altas Horas, que será transmitida na madrugada deste sábado (24). 

 Referência : http://revista.cifras.com.br/noticia/zakk-wylde-e-andreas-kisser-no-programa-altas-horas-deste-sabado_4755

Grafiteiros transformam muro de embaixada brasileira em Tóquio em obra de arte

A fachada da embaixada do Brasil em Tóquio, no requintado bairro de Aoyama, ganhou cores e desenhos que chamam a atenção de quem passa por lá. Durante cinco dias, os grafiteiros Hamilton Yokota, mais conhecido como Titi Freak, e Marcio Penha, o Presto, transformaram o espaço numa verdadeira obra de arte a céu aberto. Todo o processo pode ser acompanhado ao vivo pela internet. Uma equipe de vídeo ficou de plantão e registrou com duas câmeras toda a transformação do muro. Chamado de "Live Graffiti @ Brazilian Embassy", o projeto fez parte da Tokyo Designers Week, uma semana repleta de atividades na capital japonesa ligadas à arte em geral. "Para esse trabalho, exploramos bastante os elementos regionais e folclóricos da nossa cultura brasileira", contou Presto à BBC Brasil. A obra dos brasileiros na embaixada brasileira poderá ser vista até meados de janeiro de 2013. "Foi uma iniciativa de muita coragem por parte da embaixada, porque por mais que o grafite já esteja incorporado à cultura brasileira e já faça parte da nossa paisagem urbana, aqui ainda é algo muito desconhecido", diz Presto. "Acho muito corajoso trazer essa técnica para o público japonês, que não está muito acostumado e poderia até ficar chocado com nossa ação. Mas está sendo muito bem recebida e estou muito orgulhoso de participar disso." Titi concorda com o companheiro de trabalho. "Durante esses dias, as pessoas começaram a perceber esse mural e a ter uma participação com a gente. Pelo que vimos, as pessoas estão felizes com o painel, pois aqui não tem muito esse tipo de intervenção artística." A japonesa Tamiko Kanaya foi uma das que registrou todo o processo. "Trabalho aqui perto e vim todos os dias para ver a evolução do mural", contou. "Estou surpresa com essa arte, tão rica em detalhes. É uma verdadeira interação com a cidade, com o concreto e com os moradores", emendou. Experiência Os dois artistas são mestres em intervenções urbanas. Presto já fez várias exposições e deixou sua marca em diversos projetos pelo Brasil. Para Tóquio, ele também levou uma exposição de fotos, quadros, adesivos e desenhos, que fica exposta até dia 14 de novembro na própria embaixada brasileira. Já Titi, que mora há um ano em Osaka, realizou um projeto artístico recentemente em parceria com a Fundação Japão e apoio da Embaixada do Brasil em Tóquio, nos alojamentos temporários para vítimas do tsunami na cidade de Ishinomaki. Além de São Paulo, as obras do artista já foram exibidas em galerias de Londres, Madri, Paris, Newcastle, Tóquio, Osaka, Nova York, Los Angeles, Vancouver e Berlim.

Polícia portuguesa apreende 130 quadros falsificados de grandes pintores


A polícia portuguesa informou nesta segunda-feira, 25, que apreendeu 130 quadros de grandes pintores, como Leonardo da Vinci e Pablo Picasso, "supostamente falsos", na maior operação desse tipo realizada no país.
Os agentes apreenderam as pinturas e vários certificados que garantiriam sua autenticidade durante uma busca feita em uma casa na cidade litorânea de Cascais, a 25 quilômetros de Lisboa, cuja proprietária seria uma mulher estrangeira que não foi identificada, informaram hoje fontes da polícia.
Além de Da Vinci e Picasso, entre os quadros apreendidos há também obras de Miró, Kandinsky, Monet, Modigliani, Matisse e Chagall, entre outros pintores.
A polícia assegurou que esta apreensão é uma das maiores realizadas na Europa, o que confirmaria a hipótese de que Portugal tenha se transformado em um ponto habitual das grandes rotas internacionais de falsificação de obras de arte.
A dona do imóvel onde foram achados os quadros foi presa, mas o juiz encarregado do caso decidiu colocá-la em liberdade mediante o pagamento de uma fiança e com a proibição de abandonar o país.
As forças de segurança portuguesas advertiram aos negociadores de arte para que elevem as precauções, especialmente no caso de quadros de pintores com uma grande cotação no mercado, e que comprovem sua autenticidade antes de efetuar a compra.
Também solicitaram a quem tenha adquirido em Portugal algum quadro com estas características sem certificar sua autenticidade que entrem em contato com as autoridades portuguesas.
Fontes da polícia asseguraram que esta operação não tem relação com a efetuada no início de setembro, quando foram apreendidas 27 obras falsificadas de artistas como Picasso, Miró, Renoir e Caravaggio, também em Cascais.

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,policia-portuguesa-apreende-130-quadros-falsificados-de-grandes-pintores,629609,0.htm

Tela de Monet alcança quase US$44 milhões em leilão em NY

Tela de Monet alcança quase US$44 milhões em leilão em NY Uma tela da série "Ninfeias", pintada por Claude Monet em 1905, foi vendida na quarta-feira por quase 43,8 milhões de dólares num leilão da Christie's em Nova York, e no mesmo evento uma obra de Vassily Kandinsky foi arrematada por 23 milhões de dólares, superando o recorde anterior desse artista. Várias obras medianas, no entanto, não encontraram comprador. A obra de Monet ficou dentro do valor previsto (30 a 50 milhões de dólares), ao passo que "Studie fur Improvisation 8", de Kandinsky, ficou próxima do valor mínimo esperado (que era de 20 a 30 milhões de dólares). Essa vibrante tela estava sendo vendida pela Fundação Volkart, da Suíça. A tela de Monet estava em poder de uma escola do interior do Estado de Nova York. Mas 30 por cento das 69 obras oferecidas não chegaram ao preço mínimo estipulado pelos proprietários, que é um valor sigiloso. Ao todo, o leilão faturou um pouco menos de 205 milhões de dólares, ficando abaixo da estimativa prévia de valor mínimo, em torno de 210 milhões (cifra que não inclui as comissões dos leiloeiros, em torno de 12 por cento). O valor máximo previsto era de 315 milhões de dólares. (Reportagem de Chris Michaud) NOTÍCIAS RELACIONADAS: BC intervém no mercado com leilão de swap cambial Aos 80 anos, Peter Blake continua um artista alternativo Escultura de Botero lidera leilão de arte da América Latina em NY

Jovens artistas pintam tabus da sociedade tailandesa

Uma exposição de dois jovens artistas em Bangcoc retrata assuntos que são tabu na sociedade tailandesa. 

A série intitulada "Muddled" ("Atrapalhado", em tradução livre) engloba sete pinturas de Anon Lulitananda e dez ilustrações de Poom Pechavanish. 

As imagens com forte apelo sexual foram descritas como um "deboche" pela imprensa local. 

As obras abordam temas como prostituição, promiscuidade, cirurgia plástica, homossexualismo, violência no trânsito e a infidelidade, assuntos evidentes aos olhos estrangeiros, mas que dificilmente são discutidos socialmente no país. 

O pintor Anon Lulitananda faz uso de distorções e proporções grotescas para satirizar cenas do cotidiano que são ignoradas habitualmente. 
Já as obras do ilustrador Poom Pechavanish são emaranhados, com traços psicodélicos e formas humanoides abstratas. Assunto evidente na arte da dupla, a pornografia e a prostituição são proibidas por lei na Tailândia, embora sejam amplamente toleradas e alimentadas pelo turismo sexual. 

"A cultura tailandesa é rica em aspectos sexuais, mas acredito que a maioria das pessoas não fale sobre isso por achar que pode comprometer a boa imagem do país", explica a crítica de arte e ex-docente da Universidade Silpakorn Janice Wongsurawat. 

"Todo mundo sabe o que acontece, mas ninguém fala", conclui Wongsurawat. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,jovens-artistas-pintam-tabus-da-sociedade-tailandesa,904174,0.htm

Leilão de arte contemporânea leva Sotheby's a bater recorde

Leilão de arte contemporânea leva Sotheby's a bater recorde A Sotheby's promoveu na terça-feira o maior leilão dos seus 268 anos de história, arrecadando um total de 375 milhões de dólares com a venda de obras de arte produzidas após a Segunda Guerra Mundial. O maior destaque foi a vibrante tela "No. 1 (Royal, Red and Blue)", de Mark Rothko, arrematada por 71 milhões de dólares. A seminal "Number 4, 1951", com o estilo salpicado que caracterizava Jackson Pollock, saiu por 40 milhões de dólares, um recorde para esse artista. A Sotheby's disse que o valor total arrecadado foi o maior na sua história, chegando ao teto da estimativa prévia e mostrando o fôlego atual do mercado de arte, que se recuperou rapidamente depois da crise financeira global de 2008. Outros destaques do leilão foram um Francis Bacon vendido por quase 30 milhões de dólares, um Willem de Kooning que alcançou quase 20 milhões, e um Gerhard Richter de 17,4 milhões. "Se você quer falar que o mercado está feliz, saudável e bem, bom, aí está", disse o leiloeiro Tobias Meyer, diretor mundial de arte contemporânea da Sotheby's. O bom resultado do leilão foi impulsionado por colecionadores que há uma semana se fingiram de mortos em leilões de obras impressionistas e modernas. O andamento da disputa revela a capacidade financeira de colecionadores decididos a arrematarem grandes "troféus" da arte mundial. O primeiro lance para a tela de Rothko, por exemplo, foi de 28 milhões de dólares, seguido imediatamente por um de 35 milhões. De milhão em milhão, o preço chegou a 56 milhões, até que um interessado -que acabaria sendo o comprador- elevou o lance a 60 milhões. O preço final, incluindo a comissão, acabou ficando em 71.122.500 dólares, o que é o segundo maior já obtido por uma obra de Rothko num leilão. A Sotheby's esperava que a tela fosse vendida por 35 a 50 milhões de dólares. Ela estava na mesma coleção desde 1982, e por isso representava uma rara oportunidade para caçadores de troféus artísticos. Segundo a Sotheby's, 85 por cento dos 69 lotes oferecidos foram arrematados. A atual temporada de leilões termina na quarta-feira, com a venda de obras do pós-guerra e contemporânea pela Christie's. NOTÍCIAS RELACIONADAS: Aos 80 anos, Peter Blake continua um artista alternativo Escultura de Botero lidera leilão de arte da América Latina em NY Arte em Revista: Os vilões de James Bond  Tópicos: ARTE, SOTHEBYS, RECORDE* Estadão PME - Links patrocinados Parafusos Todo sistema de fixação: parafusos, porcas, arruelas, rebites, ferramentas www.parafusoscenterfix.com.br Desde 1989 Prestando Segurança patrimonial, pessoal, eletrônica, equipe altamente qualificada

Seminário Picasso

A parceria de longa data entre o Centro Universitário Maria Antonia e o Centro de Pesquisa em Arte Brasileira do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes, ambos da Universidade de São Paulo, tem resultado em inúmeras iniciativas conjuntas, voltadas a um diálogo efetivo entre a universidade e o meio artístico e cultural. Com o apoio da Aliança Francesa de São Paulo, as duas instituições novamente se associam, para organizar o seminário internacional Picasso: Outros critérios. O título do seminário é uma homenagem ao historiador da arte Leo Steinberg, cujo ensaio "The Philosophical Brothel" [O bordel filosófico, 1972] assinalou um divisor de águas na compreensão da obra do pintor. 
Trata-se de repor Picasso na agenda contemporânea, porque é na produção desse artista, em especial na pinturaLes Demoiselles D’Avignon (1907), conforme apontou Steinberg, que se revela um novo regime de visualidade, sob o qual se desfizeram as convenções tradicionais da pintura, se dissecaram metodicamente os pressupostos da tradição clássica da representação e se arrebatou o espectador “para dentro do quadro”. 

http://www.forumpermanente.org/.noticias/2012/seminario-picasso-outros-criterios/view

Arte no Brasil

Obras da Pinacoteca integram um panorama da arte brasileira

Entre 15/10/2011 e 30/12/2012
Uma exposição permanente ocupa a Pinacoteca, com cerca de 500 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias. Intitulada Arte no Brasil - Uma História na Pinacoteca de São Paulo, a mostra faz um panorama da arte brasileira do período colonial aos anos 1930.
Obras de grandes artistas integram o acervo do museu, como Debret, Taunay, Facchinetti, Almeida Junior, Eliseu Visconti, Pedro Alexandrino, Candido Portinari e Lasar Segall.
A exposição se estende por 11 salas. Outras quatro, localizadas nas extremidades do edifício, apresentam mostras temporárias que oferecem perspectivas sobre artistas, movimentos, períodos históricos, ou contrapontos contemporâneos, relacionadas à exposição de longa duração.

Fonte: http://www.guiadasemana.com.br/artes-e-teatro/arte-no-brasil-pinacoteca-do-estado-de-sao-paulo-15-10-2011
Acessado em: 24 de novembro de 2012

Exposição Adriana Varejão

 Ministra da Cultura visita o Museu de Arte Moderna de São Paulo

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, esteve no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), nesta segunda (8), onde foi recebida pela presidente do museu, Milú Villela, e pela diretoria da instituição.
Visitou a exposição Adriana Varejão – Histórias às Margens, realizada com recursos captados via Lei Rouanet.
A curadoria é de Adriano Pedrosa e a mostra apresenta a primeira e mais abrangente exposição panorâmica de Adriana Varejão, uma das mais conceituadas artistas brasileiras no cenário internacional.
Bienal – A ministra confirmou a jornalistas que acompanharam a visita que a diretoria da Bienal de São Paulo entregou, para análise do Ministério da Cultura (MinC), os resultados da auditoria externa que contratou. Agora, a documentação, que se refere a contratos de 1999 a 2006, passará por avaliação e checagem de um grupo de trabalho do MinC.
Um acordo entre o ministério e a Bienal, homologado pela CGU (Controladoria Geral da União), poderá colocar fim para a situação de inadimplência da Bienal. “O caminho é encontrar uma solução. A Bienal é muito importante e não pode ficar como está”, disse a ministra.
A ministra também falou sobre a Lei de Direitos Autorais, reforçando que já está discutindo com os diversos grupos envolvidos e buscando um consenso. “O Ministério da Cultura precisa agregar o máximo possível de conceitos sobre a lei e responder as principais questões de cada um dos grupos envolvidos”.

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2012/10/09/exposicao-adriana-varejao/
Acessado em: 24 de novembro de 2012

Exposição 'Água Viva' proporciona sensação de andar sobre água